Entre os deputados envolvidos está Robinson Almeida (PT), que solicitou a criação de uma subcomissão para tratar de fiscalização do contrato da Coelba.
Por Henrique Brinco
A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa aprovou a criação da Subcomissão de Acompanhamento da Execução do Contrato de Concessão da Coelba e das Demandas de Serviços Reprimidos.
O deputado Robinson Almeida (PT) solicitou a criação de uma subcomissão para tratar de fiscalização do contrato da Coelba, como fruto da audiência pública, em 30 de maio, com a presença do presidente da companhia, para tratar dos problemas de distribuição de energia no Estado.
“Precisamos resolver o problema. A escola não pode parar de funcionar porque a Coelba não liga a energia, as empresas não podem ficar sem produzir por que a Coelba não liga a energia”, criticou o deputado, dizendo que o contrato de concessão já tem 27 anos e precisa ser atualizado, “trazendo amarras que protejam a população dos desmandos da Coelba, que tem lucro bilionário”.
O chefe do colegiado, Eduardo Salles, propôs que a subcomissão tratasse não somente da fiscalização do contrato de concessão, mas também das demandas de serviços reprimidos de distribuição de energia, pois nem todos os casos estão relacionados ao contrato de concessão da empresa. Aprovada a Subcomissão de Acompanhamento da Execução do Contrato de Concessão da Coelba e das Demandas de Serviços Reprimidos, foi decidido que o deputado Robinson Almeida será coordenador, tendo os deputados Eduardo Salles, Eures Ribeiro (PSD) e Tiago Correia (PSDB) como participantes.
CONECTIVIDADE – Por solicitação do deputado Eures Ribeiro (PSD), também foi aprovada uma audiência pública para tratar de problemas de conectividade e comunicação na Bahia. “É preciso tomar providência com as companhias telefônicas que atuam na Bahia. Todas são deficitárias. Não podemos ficar calados com tantos apagões na comunicação. Proponho trazer todas as operadoras em uma audiência pública”, disse Ribeiro, obtendo a concordância de todos os colegas.
Eduardo Salles acrescentou que serão chamadas não somente as três operadoras de telecomunicação, Claro, Tim e Vivo, como também representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), da Secretaria estadual de Infraestrutura (Seinfra) e representantes de pequenas empresas de internet. Ele também sugeriu que a audiência seja realizada conjuntamente com a Comissão de Agricultura.
Tribuna/Foto: Divulgação


