Por Redação
As acusações ganharam repercussão nesta semana após publicações do empresário italiano Fabrizio Corona, conhecido por divulgar controvérsias envolvendo celebridades e jogadores. Ele publicou vídeos e fotos de festas e afirmou que os eventos teriam sido organizados por Theo Hernández. Veja abaixo:
Além do francês, Corona citou nomes como Hakan Çalhano?lu, Brahim Díaz, Gianluigi Donnarumma, Sandro Tonali, Zlatan Ibrahimovi? e Rafael Leão. Até o momento, não há confirmação pública de eventual responsabilização criminal dos jogadores citados.
O episódio faz parte de uma investigação mais ampla que, segundo a imprensa italiana, envolve mais de 50 jogadores supostamente ligados a uma rede de prostituição de luxo que atuaria desde 2019. As alegações apontam que os encontros reuniam atletas, empresários, celebridades e até pilotos de Fórmula 1.
Segundo as informações divulgadas, Theo Hernández teria uma van usada para transportar participantes dos eventos particulares. A apuração também cita transferências de dinheiro entre investigados e conversas interceptadas sobre a negociação de acompanhantes.
Na Itália, a prostituição voluntária não é crime, assim como ocorre no Brasil. A legislação italiana, no entanto, considera ilegal a organização, intermediação ou exploração da prostituição de terceiros.
A promotoria italiana apura se uma agência teria começado a organizar os eventos em 2019 e mantido as festas mesmo durante o período de restrições da pandemia de Covid-19. Uma testemunha relatou que a sede da empresa funcionava como uma espécie de boate clandestina durante o confinamento.
O caso segue sob investigação pelas autoridades italianas.
BahiaNotícias/Foto: Instagram / @theo3hernandez


