O volume de serviços no país avançou 1,7% em junho deste ano, na comparação com maio
Por Vitor Abdala
O volume de serviços no país avançou 1,7% em junho deste ano, na comparação com maio. Com o resultado, o setor atingiu o patamar mais alto da série histórica, iniciada em 2012.
Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O setor está 0,5% acima do patamar recorde anterior, registrado em dezembro de 2022, e 14,3% acima do nível pré-pandemia de covid-19, ou seja, de fevereiro de 2020.
Na comparação com junho do ano passado, o setor cresceu 1,3%. Também foram observadas altas nos acumulados do ano de 2024 (1,6%) e do período de 12 meses (1%).
As cinco atividades de serviços pesquisadas pelo IBGE apresentaram alta de maio para junho: transportes (1,8%), informação e comunicação (2%), profissionais, administrativos e complementares (1,3%), outros serviços (1,6%) e serviços prestados às famílias (0,3%).
A receita nominal apresentou altas de 2,7% na comparação com maio deste ano, 6,3% em relação a junho de 2023, 5,8% no acumulado do ano e 4,9% no acumulado de 12 meses.
XP – A XP reportou lucro líquido e receita bruta recorde no segundo trimestre. De acordo com o release de resultado, o lucro líquido atingiu R$ 1,118 bilhão, uma alta de 14% em relação ao segundo trimestre do ano passado e de 9% na comparação com o primeiro trimestre.
O EBT, métrica que reúne os desempenhos operacional e financeiro — antes da taxação de impostos – foi, de acordo com a XP, um dos principais destaques do trimestre, com um aumento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado e de 27% em comparação com o primeiro trimestre deste ano, somando R$ 1,384 bilhão.
O retorno sobre o patrimônio (ROAE) subiu 13 pontos-base no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e avançou 149 pontos-base no trimestre, para 22,1%. A margem EBT fechou o segundo trimestre em 32,8%, acima dos 27,3% no mesmo trimestre de 2023 e de 26,9% no primeiro trimestre.
A captação líquida que somou R$ 32 bilhões no segundo trimestre, ampliação de 44% em base anual e de 119% em relação aos R$ 15 bilhões do trimestre anterior. Os ativos sob custódia tiveram crescimento de 14% na base anual, alcançando R$ 1,167 trilhão.
“Registramos resultados recordes históricos neste trimestre, o que é consequência, na nossa visão, da execução de nossa estratégia. Temos muitas alavancas sob nosso controle para seguir crescendo com rentabilidade”, disse o CEO da XP, Thiago Maffra, no release de resultado. O executivo afirmou ainda que a XP tem confiança de que está no caminho certo para a entrega dos guidances para 2026.
Fonte: Agência Brasil / Foto: Arquivo/Marcello Casal JR/Agência Brasil


