Dados de pesquisas Genial/Quaest mostram que a Lula sobre o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) diminuiu na Bahia
Por Victor Correia
Dados de pesquisas Genial/Quaest mostram que a vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) diminuiu na Bahia, em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro entre março e julho deste ano.
“Na Bahia a vantagem ainda é muito grande, mas caiu de 47 para 43 [pontos percentuais]. Em Minas, Lula vence por uma margem próxima dos 20 pontos. No Rio, Lula também tem vantagem, mas é estreita. A grande mudança se deu em SP, onde a vantagem de Lula caiu de 14 para 5 pontos entre março e julho”, disse em seu Twitter o diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria Felipe Nunes.
Os dados são de um compilado divulgado por Nunes em suas redes sociais, baseados nos dados das pesquisas Genial/Quaest. O diretor explicou ainda que a queda ocorrida entre março e maio nos quatro estados foi resultado da retirada da candidatura do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) ao Planalto, “cedendo” votos a Bolsonaro.
De maio para julho, Lula recuperou votos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Em Minas, a vantagem aumentou de 16 para 18 pontos percentuais no período. No Rio, de 1 para 5 pontos.
PoderData: cai diferença
Nova pesquisa PoderData divulgada ontem mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança para o Planalto, mas oscilou de 44% para 43% em relação ao levantamento de duas semanas atrás . O presidente Jair Bolsonaro (PL), por outro lado, cresceu de 36% para 37% na pesquisa estimulada para o primeiro turno — quando os entrevistados recebem a lista com os nomes dos pré-candidatos.
A diferença entre os dois pré-candidatos que lideram a corrida pela vaga no Planalto foi de oito pontos percentuais para seis, segundo os dados. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que aparece na terceira colocação, oscilou de 5% para 6%. A senadora Simone Tebet (MDB), continuou estável, com 3%. Em seguida, aparecem André Janones (Avante), que flutuou para baixo, de 3% para 2%; e o empresário Pablo Marçal (Pros), que oscilou de 0% para 1%.
Fonte: Correio Braziliense/Foto: Divulgação


