Na última sexta-feira, dia 10/12, a CBPM organizou um encontro que contou com a
participação de importantes órgãos e empresas para discutir o futuro da mineração na Bahia,
estado que saiu da 6ª posição para a 3ª posição de maior produtor mineral do país, ficando atrás
apenas do Pará e de Minas Gerais, respectivamente.
Dentre os estados brasileiros, a Bahia foi o que mais investiu em pesquisa mineral
entre os anos de 2017 e 2020. Durante este período, foram aplicados R$ 1,4 bilhão na busca
por novas áreas com potencial para a mineração. Apenas no ano passado, foram investidos R$
600 milhões em áreas com potencial de produção. Estes números facilmente explicam o
desenvolvimento que vem sendo alcançado pela atividade no estado.
Dentre as empresas que participaram, a Yamana Gold representada por seu vicepresidente de operações do Brasil e Argentina, Sandro Magalhães, que colocou em pauta
relevantes temas como a importância da Bahia se manter como um estado “amigável” à
Mineração, para continuar atraindo investimentos para o estado e também sobre a atuação
competente dos órgãos reguladores, fiscalizadores e correlatos às atividades do setor.
Adicionalmente, também comentou sobre a grande atuação da mineração como fonte geradora
de emprego e renda, com ações eficazes voltadas às questões socioeconômicas e da
manutenção de operações sustentáveis.
Também estiveram presentes no evento o vice-governador do estado, João Leão, o
secretário nacional de Geologia, Mineração e transformação Mineral, Pedro Paulo Dias e o
presidente do Instituto Brasileiro da Mineração (IBRAM), Flávio Penido, que juntamente ao
presidente da CBPPM, Antonio Carlos Tramm, organizador do evento, reafirmaram o
compromisso de todos em manter a Mineração baiana como uma grande alavanca de
desenvolvimento para o estado. Ele citou a grande importância socioeconômica da Mineração
no estado, Como exemplos, ele citou receitas pagas pelo setor mineral para alguns municípios.
No caso de Jacobina, são R$ 23 milhões, em Juazeiro R$ 16 milhões, enquanto Caetité e Jaguarari
contam com R$ 15 milhões gerados pela atividade.
Tramm destacou ainda que as mineradoras baianas estão de parabéns e ressalta que é
importante reconhecer as empresas e pessoas que contribuem para o desenvolvimento no
estado, sobretudo na área social. Dentro deste contexto, comentou sobre a entrega do Prêmio
CBPM deste ano, concedido à Yamana Gold, como empresa de mineração, e ao vice-presidente
da empresa no Brasil e Argentina, Sandro Magalhães, como personalidade. O processo de
escolha se deu por voto popular. A entrega do prêmio está prevista para a próxima sexta-feira
(17). “A nossa empresa sempre esteve atenta as questões socioambientais. Estas questões
estão incluídas no nosso modelo de negócio e apoiar as comunidades as quais estamos inseridos
é um valor para nós. Neste sentido, contamos sempre com o apoio de importantes aliados nesta
missão, como o poder público, os voluntários, empresas parceiras e a impressa Jacobina”,
comenta Magalhães


