A decisão foi publicada nesta terça-feira (3), no diário da Justiça Eletrônico do STF
Os recursos apresentados pela defesa do ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Gesivaldo Britto, foram negados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. A solicitação era para que o desembargador retornasse às atividades na Corte baiana.
A decisão foi publicada nesta terça-feira (3), no diário da Justiça Eletrônico do STF, e reafirma a decisão do relator da Faroeste na Corte, Og Fernandes, que já tinha determinado o afastamento de Britto em caráter cautelar.
Afastado desde novembro de 2019, durante a primeira fase da Operação Faroeste., Gesivaldo, foi acusado pela Procuradoria Geral da República de participar de um esquema de venda de sentenças judiciais. Ele é apontado como aliado do grupo do empresário Adailton Maturino, falso cônsul de Guiné-Bissau.
Em sua decisão, Fachin pontuou que os fatos investigados são de extrema gravidade e afirmou que não é cabível que um investigado determine “o que não é, ou quais sentenças de primeiro grau devem e quais não devem ser reformadas”, ou “tomem assento no julgamentos das questões internas do Tribunal de Justiça da Bahia” caso retornasse ás suas funções no TJ-BA.


